quinta-feira, 25 de abril de 2013

Memories ... but (c)arry on

Passaram quatro meses. É tão pouco, mas foi o suficiente para fazer uma diferença enorme. Perdi o chão, e pelo contrário nunca mais o tive por alguém. Aprendi a conquistá-lo, a construi-lo por mim, porque assim podem ir ou ficar conforme queiram, que eu não me vou voltar a perder. Não quer dizer que a minha vida não tenha melhorado, que não tenha feito coisas diferentes, que não tenha vivido. Fiz tudo isso, diverti-me, aprendi, errei, caí e levantei-me. Tudo em quatro meses. As únicas diferenças? As únicas diferenças são que não tive as mesmas mensagens de bom dia nem de boa noite, que não procurei os mesmos sítios para estar, não procurei as mesmas pessoas para se sentarem ao meu lado. Mais! Não procurei mais as pessoas com quem julgava contar. Até há quatro meses atrás, eu estava demasiada preocupada em suportar alguém que me tirava todo o tempo que eu tinha para mim e para os outros, que me deixou sufocada até ao limite. Mas não, não me arrependo de nada. Nem de um ano e meio dessa vida nem de me “ter ido embora”, porque só assim é que deixei de me sentir mal comigo mesma e ganhei aquilo que já não tinha há muito tempo: confiança e amor próprio. Não me queixo do “agora”, mas inevitavelmente há memórias que trazem saudade, isso há …

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