De vez em quando ainda me lembro de ti, do teu sorriso, do teu cheiro e do teu olhar, como se todos os dias te voltasse a tocar e a ter-te comigo. Ainda sei o sentimento que nutria (ou nutro) por ti que cada vez era mais forte, com cada palavra, gesto ou momento.
Era algo tão nosso, tão diferente. Sei que quando eu não queria mais ninguém tu estavas lá, que quando eu mais precisei tu estavas lá, que quando eu não percebia o Mundo tu estavas lá. Estiveste sempre lá e aí ninguém te pode acusar de teres falhado. Durante quase um ano, soube sempre o quanto estava segura porque te tinha a ti e o quanto era feliz porque sabia que viesse o que viesse tu não me ias deixar. Ainda me lembro das tuas e das minhas promessas, do “para sempre” e do “nunca te vou deixar”. Não foi assim, porque alguém errou. E sim, admito que tenha sido eu. Mas também acredito que não fui a única a desiludir e a agir mal.
Ainda me lembro do dia em que fiquei sem ti e da sensação de saber que naquele momento tu não estavas para eu te contar o que se tinha passado. Foi tudo tão repentino e tu provavelmente dirás que tudo foi assim porque eu quis… Quando me lembro ainda volto a andar ao sabor do vento, como naquele dia, na esperança de que ele me leve para um sitio novo em que me possa esquecer de tudo. Às vezes ainda sonho contigo e volto a olhar para as tuas fotos… É a minha maneira de “matar saudades” de algo que parece que nunca se foi por completo.
Apesar de ter acabado assim, OBRIGADA por nunca teres falhado, por teres sido sempre uma das pessoas com quem partilhei tudo e que me deu sempre tudo. Nunca me vou esquecer de cada tarde, de cada conversa, de cada confidência, de todos os dias que passei contigo.
Sei que provavelmente os nossos caminhos não se vão voltar a cruzar, no entanto DESCULPA. Nunca te quis desiludir e falhar no que prometi. Não queria que nada fosse assim, a sério que não queria!
Felizmente ou infelizmente, esta foi a nossa escolha…
Era algo tão nosso, tão diferente. Sei que quando eu não queria mais ninguém tu estavas lá, que quando eu mais precisei tu estavas lá, que quando eu não percebia o Mundo tu estavas lá. Estiveste sempre lá e aí ninguém te pode acusar de teres falhado. Durante quase um ano, soube sempre o quanto estava segura porque te tinha a ti e o quanto era feliz porque sabia que viesse o que viesse tu não me ias deixar. Ainda me lembro das tuas e das minhas promessas, do “para sempre” e do “nunca te vou deixar”. Não foi assim, porque alguém errou. E sim, admito que tenha sido eu. Mas também acredito que não fui a única a desiludir e a agir mal.
Ainda me lembro do dia em que fiquei sem ti e da sensação de saber que naquele momento tu não estavas para eu te contar o que se tinha passado. Foi tudo tão repentino e tu provavelmente dirás que tudo foi assim porque eu quis… Quando me lembro ainda volto a andar ao sabor do vento, como naquele dia, na esperança de que ele me leve para um sitio novo em que me possa esquecer de tudo. Às vezes ainda sonho contigo e volto a olhar para as tuas fotos… É a minha maneira de “matar saudades” de algo que parece que nunca se foi por completo.
Apesar de ter acabado assim, OBRIGADA por nunca teres falhado, por teres sido sempre uma das pessoas com quem partilhei tudo e que me deu sempre tudo. Nunca me vou esquecer de cada tarde, de cada conversa, de cada confidência, de todos os dias que passei contigo.
Sei que provavelmente os nossos caminhos não se vão voltar a cruzar, no entanto DESCULPA. Nunca te quis desiludir e falhar no que prometi. Não queria que nada fosse assim, a sério que não queria!
Felizmente ou infelizmente, esta foi a nossa escolha…
Bernardim Ribeiro dizia que “nada nesta vida chega ao fim”. E eu pergunto: Será?
Sem comentários:
Enviar um comentário